segunda-feira, 9 de julho de 2012

Pesquisadores da UFF pesquisam sobre os impactos do Comperj em Itaboraí


Com o apoio da secretaria de Fazenda de Itaboraí, a Universidade Federal Fluminense (UFF) iniciou na segunda-feira (02) uma pesquisa para avaliar os impactos sociais, econômicos, ambientais e urbanísticos por conta da construção do Complexo Petroquímico do Estado do Rio de Janeiro (COMPERJ) na cidade. O levantamento também irá percorrer os municípios de Tanguá, Cachoeiras de Macacu e Guapimirim. O projeto é uma parceria com a Petrobras e a Organização das Nações Unidas (ONU-Habitat) e tem previsão de término para o dia 30 de julho.
De acordo com o professor PhD, Carlos Guanziroli, será feito uma pesquisa de campo com 15 alunos e professores, que terá a ajuda dos servidores públicos do departamento de cadastro da Prefeitura de Itaboraí. Eles irão percorrer os distritos e visitarão 1.534 domicílios até o final de julho.
“O levantamento é necessário para que possamos adotar medidas de acordo com a realidade da população. O grande desafio é que Itaboraí fique integrado a essas novas influências, melhorando sua qualidade de vida,” afirmou o professor.
O morador poderá reconhecer os pesquisadores pelo crachá e uniforme que estarão usando. O objetivo desse estudo é caracterizar a situação socioeconômica da população e a possibilidade de integração com o COMPERJ. As perguntas serão muito parecidas com as feitas pelo IBGE, como, por exemplo, tipo de moradia, migração, saneamento e tempo de deslocamento.
Para o secretário de Fazenda, José Fernando Soares, a Prefeitura apoia a pesquisa e irá facilitar o deslocamento dos estudantes pelas ruas da cidade. “Este estudo vai ajudar o nosso trabalho também já que seus resultados podem influenciar nos projetos de desenvolvimento do município”, ressaltou.

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